O estresse faz parte da vida moderna. Prazos, excesso de informação e cobranças constantes mantêm o corpo em estado de alerta quase permanente. Nesse cenário, o movimento surge como uma das ferramentas mais acessíveis para aliviar a tensão física e mental.
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O que o estresse faz com o corpo?
Quando o organismo identifica uma situação de pressão, libera hormônios como cortisol e adrenalina. Essa resposta é útil em momentos pontuais, mas, quando se torna constante, pode gerar cansaço, irritabilidade, dificuldade de concentração e até alterações no sono.
O corpo acumula tensão — nos ombros, no pescoço, na mandíbula — como se estivesse sempre pronto para reagir.
Por que o movimento ajuda?
Mover o corpo sinaliza ao cérebro que aquela energia acumulada pode ser descarregada. Caminhadas, treinos leves, alongamentos ou atividades mais intensas ajudam a regular os níveis hormonais e promovem sensação de bem-estar.
Além disso, o movimento estimula a liberação de endorfinas, associadas à melhora do humor e à redução da percepção de dor.
Nem sempre precisa ser treino pesado
Muita gente associa combate ao estresse apenas a treinos intensos. No entanto, movimentos simples já produzem efeito positivo.
- Caminhar ao ar livre
- Alongar-se por alguns minutos
- Subir escadas
- Praticar exercícios respiratórios com movimento leve
O importante é quebrar o estado de imobilidade.
Movimento também organiza pensamentos
Durante a atividade física, o foco se desloca das preocupações para o corpo. Esse efeito reduz a ruminação mental e facilita a reorganização das ideias.
Não é raro que soluções para problemas surjam durante uma caminhada ou após um treino leve.
Constância faz diferença
Assim como o estresse se acumula ao longo dos dias, o alívio também precisa de regularidade. Pequenos períodos de movimento distribuídos na semana têm impacto mais consistente do que ações isoladas.
Criar pausas ativas na rotina pode transformar a relação com o trabalho e com as próprias demandas.
Movimento é cuidado preventivo
Encarar o movimento como ferramenta de regulação emocional amplia seu papel além da estética ou performance. Ele passa a ser estratégia de saúde integral.
Em um cotidiano acelerado, mexer o corpo deixa de ser luxo e passa a ser necessidade.