Alerta da Anvisa: leite condensado popular é interditado no Brasil

Claudia
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Um produto presente na rotina de milhares de brasileiros entrou na mira da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) após testes apontarem contaminação por bactéria acima do limite permitido. A decisão resultou na interdição cautelar de um lote de leite condensado, além de um alerta envolvendo suplementos alimentares com irregularidades graves, segundo informou o órgão regulador.

Qual produto foi interditado pela Anvisa

A interdição envolve um lote do leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita. De acordo com a Anvisa, análises laboratoriais identificaram níveis elevados de Estafilococos coagulase positiva, bactéria que pode provocar intoxicação alimentar, com sintomas como náusea, vômitos, diarreia e mal-estar gastrointestinal.

A medida é cautelar, o que significa que o produto não pode ser fabricado, distribuído ou comercializado até que a situação seja esclarecida e as exigências sanitárias sejam cumpridas.

Por que a bactéria encontrada é um risco

A presença dessa bactéria acima do padrão permitido indica falhas nas condições higiênico-sanitárias durante a produção ou o armazenamento.

Em casos de consumo, o risco não está apenas na infecção, mas nas toxinas produzidas pelo micro-organismo, que não são eliminadas pelo aquecimento do alimento.

Por isso, a Anvisa reforça que consumidores que tenham adquirido o produto não devem consumi-lo.

Suplementos também entraram na mira da fiscalização

Além do leite condensado, a Anvisa apontou irregularidades em dois suplementos alimentares, Glicojax e Durasil, comercializados sem informações claras sobre fabricante e procedência.

Os produtos também apresentavam promessas terapêuticas não autorizadas, como auxílio no controle da glicose e benefícios à saúde sem comprovação científica.

Segundo o órgão, suplementos não são medicamentos e não podem alegar efeitos de tratamento ou prevenção de doenças.

O que o consumidor deve fazer

A Anvisa orienta que o consumidor:

  • verifique marca, lote e procedência dos produtos;
  • evite o consumo de itens sem registro ou informações claras no rótulo;
  • denuncie produtos suspeitos pelos canais oficiais da Anvisa.

A agência também alerta para a compra em marketplaces, onde produtos irregulares podem continuar circulando mesmo após medidas de interdição.

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